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Actualidades

Vaticano: Três mil pobres à mesa com o Papa

15 de Novembro de 2018

No domingo, 18 de novembro, celebra-se o «II Dia Mundial dos Pobres». Para assinalar a data, o Papa Francisco convidou cerca de 3.000 pobres para um almoço.


À imagem do que aconteceu em 2017, o Papa vai sentar-se à mesa com os pobres, um gesto que se vai repetir em refeitórios de muitas paróquias, universidades, organizações assistenciais e associações de voluntariado que aderiram à iniciativa.


«Este pobre clama e o Senhor o escuta» é o tema do II Dia Mundial dos Pobres, a fim de que não sejam indiferentes àqueles que invocam a nossa ajuda e a nossa solidariedade.


Na sua mensagem para este dia, o Santo Padre alerta para as “consequências sociais dramáticas” da pobreza.


“Quantos pobres há hoje à beira da estrada e procuram um significado para a sua condição! Quantos se interrogam acerca dos motivos por que chegaram ao fundo deste abismo e sobre o modo como sair dele! Esperam que alguém se aproxime deles, dizendo: «Coragem, levanta-te que Ele chama-te»”.


Francisco sublinha que a pobreza não é procurada, mas é “criada pelo egoísmo, pela soberba, pela avidez e pela injustiça”, convidando todos "a fazer um sério exame de consciência para compreender se somos verdadeiramente capazes de escutar os pobres”.

Cultura eucarística como fonte de inspiração

15 de Novembro de 2018

O Papa deseja que a “cultura eucarística” seja capaz de inspirar homens e mulheres de boa vontade nos âmbitos da caridade, da solidariedade, da paz, da família, do cuidado da criação.


Ao falar sobre o próximo congresso eucarístico, qua acontecerá de 20 a 27 de setembro de 2020, na cidade de Budapeste, Francisco referiu a importância que este encontro se realize numa metrópole «moderna e multicultural na qual o Evangelho e as formas de pertença religiosa se tornaram marginais».


De acordo com o Santo Padre, “mediante a oração e a ação” é possível difundir uma “cultura eucarística”, ou seja, um modo de pensar e de agir fundado no sacramento, mas “percetível também além da pertença eclesial”, explicou.


Por isso, os votos conclusivos de que o acontecimento de Budapeste possa “favorecer nas comunidades cristãs processos de renovamento, para que a salvação da qual a Eucaristia é fonte se transforme também em cultura eucarística capaz de inspirar os homens e as mulheres de boa vontade nos âmbitos da caridade, da solidariedade, da paz, da família, do cuidado da criação”.


O Papa destacou que “numa Europa doente de indiferença e na qual se propagam divisões e fechamentos”, a celebração da Eucaristia permanece uma “incubadora” à qual os cristãos – renovando de domingo em domingo o gesto simples e forte da fé – vão buscar atitudes de comunhão, de serviço e de misericórdia”.

Vaticano: Não levantarás falso testemunho

14 de Novembro de 2018

Na audiência geral desta quarta-feira, 14 de novembro, o Papa Francisco comentou sobre o oitavo mandamento: «Não levantarás falso testemunho contra teu próximo».


Francisco apresentou na sua homilia o significado profundo da verdade.


“O oitavo mandamento da Lei de Deus ensina que não podemos falsificar a verdade nas nossas relações com os outros”, afirmou. Acrescentando que por isso, “dizer a verdade é muito mais do que ser sincero ou exato com as palavras”.


“Jesus, quando interrogado por Pilatos, disse que veio a este mundo para dar testemunho da verdade. Deu tal testemunho com a sua paixão e morte, manifestando-nos a verdade de Deus Pai e do seu amor misericordioso e fiel. Desse modo, também nós, os cristãos, devemos dar testemunho da verdade com as nossas vidas, de tal modo que cada ação que realizemos manifeste a verdade de que Deus é Pai e que nos ama com amor infinito”, explicou.


“Não levantar falso testemunho quer dizer viver como filho de Deus, que jamais desmente a si mesmo, jamais mente, deixando emergir em cada ato a grande verdade: que Deus é Pai e é possível confiar Nele. Eu confio em Deus, esta é a grande verdade. E dessa nossa confiança em Deus Pai, de que Ele nos ama, nasce a minha verdade e o ser verdadeiro e não mentiroso”, concluiu.

Conhecer e divulgar os direitos das crianças

14 de Novembro de 2018

Neste mês, convido-te a conhecer e divulgar os direitos das crianças. Além da Convenção há livros, filmes e jogos sobre os direitos das crianças. Podes também, com os teus amigos, pais, professores ou catequistas, organizar peças de teatro, concursos de desenhos ou de fotografia, jogos de pistas. Ou visitar e apoiar instituições que cuidam das crianças (Casa do Gaiato, por exemplo). Desse modo ajudamos a construir um mundo melhor e mais feliz para todos, começando pelos meninos e meninas do mundo.


É importante conhecer e divulgar a Declaração Universal dos Direitos da Criança, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 20 de novembro de 1959. Estes dez direitos foram ampliados e concretizados trinta anos depois na Convenção sobre os Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1989 e ratificada por Portugal em 21 de setembro de 1990. O documento, que podes encontrar facilmente na Internet, enuncia nos seus 54 artigos um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respetivas disposições para que sejam aplicados.


Bernardino Dias Frutuoso (Director) – Revista Audácia

Dia Mundial dos Pobres: Este pobre clama e o Senhor o escuta

13 de Novembro de 2018

No domingo, 18 de novembro, celebra-se o «II Dia Mundial dos Pobres».


«Este pobre clama e o Senhor o escuta» é o tema proposto pelo Papa a todos os católicos e às pessoas de boa vontade, a fim de que não sejam indiferentes àqueles que invocam nossa ajuda e nossa solidariedade.


A Mensagem que o Papa Francisco oferece à Igreja salienta três palavras: clamar, responder e libertar. São três verbos que identificam a ação de Deus e revelam o seu amor misericordioso pelo homem. A pobreza não se esgota numa palavra, mas «torna-se um brado que atravessa os céus e chega a Deus». O Senhor, por sua vez, não se limita a escutar este desesperado pedido de ajuda, mas responde-lhe, participando na condição do pobre, para «repor a justiça e ajudar a retomar a vida com dignidade». A esperança do pobre não é desiludida e Deus intervém a seu favor, para lhe dar de novo a dignidade perdida e libertá-lo das «amarras da pobreza». Estes verbos referem-se também a nós e deveriam levar-nos a estar prontos diante dos pobres que, também no nosso tempo, clamam todos os dias. Tomando como ícone o cego Bartimeu (cf. Mc 10,46-52), o Papa Francisco sublinha o modo como tantos pobres podem identificar-se com este pobre que se encontra à beira do caminho e que muitos queriam mandar calar. Também hoje, de facto, «as vozes que se ouvem são de repreensão e convite a estar calados e a sofrer» (n. 5). Muitas vezes, contudo, este clamor não consegue chegar aos nossos ouvidos e tocar os nossos corações, deixando-nos indiferentes e incapazes de responder.


Demasiadas vezes, efetivamente, os pobres são considerados «como pessoas não apenas indigentes, mas também portadoras de insegurança, instabilidade, extravio dos costumes da vida diária e, consequentemente, pessoas que devem ser repelidas e mantidas ao longe». Mesmo assim, a salvação de Deus deveria tomar a forma da nossa mão estendida ao pobre, levando-o a sentir a amizade de que precisa e levando-o a experimentar a proximidade que o liberta: «Cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres» (Evangelii Gaudium, 187).


† Rino Fisichella


Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização


Descarregue AQUI o subsídio pastoral para o II Dia Mundial dos Pobres.

Temas em destaque na Assembleia da CEP

13 de Novembro de 2018

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) discursou ontem, 12 de novembro, na abertura da Assembleia Plenária em Fátima, destacando que entre os temas de reflexão estarão, por exemplo, o lugar dos jovens na Igreja e a promoção da ação missionária.


Ao se referir ao Documento Final do Sínodo dos Bispos dedicado aos jovens, D. Manuel Clemente sublinhou alguns pontos “especialmente relevantes que certamente estarão presentes na nossa reflexão e atuação pastoral”.


Como o n.º 54, quando acentua com palavras consistentes o lugar dos jovens na Igreja, em plena pertença e participação: «Os jovens católicos não são meramente destinatários da ação pastoral, mas membros vivos do único corpo eclesial, batizados nos quais vive e atua o Espírito do Senhor. Eles contribuem para enriquecer o que a Igreja é, e não só aquilo que faz. São o seu presente e não só o seu futuro».


“Afirmações assim hão de encontrar da nossa parte receção correspondente”, disse o cardeal.


D. Manuel Clemente afirmou também que as comunidades católicas devem promover uma ação missionária “em todos os campos socioculturais”.


“Na verdade, as condições atuais fazem da missão uma urgência evangélica em todos os campos socioculturais e numa geografia total, longe ou perto – por vezes muito perto até. Sobretudo nas zonas mais povoadas do nosso país habitam hoje populações das mais diversas origens e abrem-se espaços de autêntica “missio ad gentes”, a par de outros que requerem “nova evangelização” e persistência da “ação pastoral” própria das comunidades estabelecidas”, explicou.


“A projeção missionária das comunidades, intercambiando o perto e o longe, é hoje a única possibilidade da respetiva manutenção e crescimento, como foi sempre a sua legitimação “cristã” propriamente dita”, concluiu.


A Assembleia Plenária da CEP prossegue até quinta-feira, 15 de novembro.

A missão e os jovens na Itália

13 de Novembro de 2018

A missão e os jovens na Itália: contacto, presença pastoral, estilo.


“Nada é mais como antes, mas, apesar do sentido de perda de uma riqueza de práticas e itinerários bem consolidados, que encontram cada vez mais dificuldade em reunir os jovens, podemos ao mesmo tempo apercebermo-nos da novidade que o Espírito está operando através da sensibilidade e criatividade do mundo juvenil. Inspirando-nos nestas, uma renovada pastoral missionária para jovens pode ser relançada a partir de experiências concretas de encontro com a missão, tanto no próprio território quanto além-fronteiras, movendo-se para as periferias existenciais e os espaços do mundo juvenil, como Igreja em saída, em vez de continuar a tentar trazer os jovens para os espaços eclesiais institucionais.”


Ir. Alberto Parise, comboniano


Fonte: Comboni.org

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