PJuvenil Multimédia Palavra de Deus Oração em Missão Antigos Alunos

» Favoritos

» Recomendar

» Imprimir

» Fale Connosco

Revista Além-mar Revista Audácia Jornal Família Comboniana Exposição Missionária Virtual Facebook RSS
Indique o seu e-mail:
Utilizador:
Password:
 

Actualidades

Relatório aponta que 37 países precisam de ajuda alimentar

15 de Dezembro de 2017

Um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) revela que 37 países precisam de ajuda alimentar externa. A lista contém 29 nações africanas.


A crise é causada por fome e conflitos prolongados, de acordo com o estudo "Perspetiva de Culturas e da Situação Alimentar".


O relatório menciona que no norte da Nigéria, mais de três milhões de pessoas necessitam de uma resposta urgente.


Já no Sudão do Sul, apesar das recentes colheitas, cerca de 4,8 milhões de pessoas, correspondente a 45 por cento da população, vivem em situação de emergência.


Na Somália, o risco de fome foi impedido, até agora, devido à prestação de assistência humanitária em larga escala. Já no Iémen, 17 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária urgente.


Moçambique é o único país africano de língua portuguesa na lista.


O Afeganistão, a República Centro-Africana, a República Democrática do Congo e a Síria estão a registrar casos de fome generalizada.


As condições meteorológicas adversas, como a seca na África Oriental e inundações em certos países da Ásia, também estão a afetar a produção agrícola em várias regiões do mundo.


Só este ano, as fortes inundações no Bangladesh provocaram danos substanciais à colheita de arroz, o que pode reduzir os níveis de produção para as taxas mais baixas dos últimos cinco anos.

Portugal prepara Fórum sobre a Pobreza para 2018

15 de Dezembro de 2017

Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza-Portugal (EAPN) confirma a preparação de um Fórum sobre a Pobreza a ser realizado em Portugal em Março de 2018.


Após encontro com o Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, o Padre Jardim Moreira declarou o seguinte: “Preparámos um fórum em conjunto para o próximo ano e houve aqui uma co-responsabilidade dele connosco de trabalhar em articulação no sentido de fazer uma estratégia nacional”.


Sobre a situação da pobreza em Portugal, o padre Jardim Moreira disse que “não é fácil, ainda que o emprego tenha facilitado para muitos uma certa capacidade de elevar a vida social e familiar”.


“A austeridade não acabou. O que neste momento acabou foi uma forma de olhar os problemas, e portanto, de tornar a pobreza, não uma imposição que parecia obrigatória, mas ela continua a ser através dos impostos, e as pessoas continuam a não ter grande saída”.


O presidente da EAPN-Portugal considera que “é necessário alimentar nas pessoas a auto-estima, a capacidade de desenvolvimento e a esperança de poderem lutar por uma sociedade onde possam integrar-se”.

Retiro de Advento com a Família Comboniana

15 de Dezembro de 2017

Sábado, 16 de dezembro: Um dia de encontro consigo mesmo, com os outros e com Deus em Jesus Cristo. Exercícios de limpeza emocional, interior e relacional; afinar o olhar contemplativo, a abrir para a escuta da Palavra de Deus, que fecunda para a Missão e a adoração.


Levar a Bíblia.


Despesa: 10 euros para almoço preparado pelo Centro. E oferta livre, no Ofertório da Missa.


Convide os amigos


 


Inscrições na página do Facebook ou contacto por telemóvel: 913 444 107 (Claudino Gomes)

Acenda uma vela neste Natal

14 de Dezembro de 2017

Acenda uma vela neste Natal é o desafio que a Cáritas Portuguesa lança no âmbito da campanha «10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz», um compromisso com a Paz no Mundo.


Um convite aos portugueses, independentemente das suas convicções religiosas ou políticas, a comprar uma vela, pelo preço simbólico de um euro, e a acendê-la na noite da véspera de Natal.


“Está-se a dar um donativo para que 35 por cento dessa verba possa ir em ajuda dos incêndios de 15 e 16 de outubro, porque os outros 65 por cento ficam para as situações de pobreza que continuam a existir em Portugal cada dia”, diz o Presidente da Cáritas Portuguesa.


Para Eugénio da Fonseca, que considera essencial “recentrar o sentido do Natal”, trata-se de “uma campanha com significado simbólico de luz nas trevas deste mundo, que têm de ser dissipadas porque todos têm direito a ter um lugar ao sol da vida”.


Já sobre a pobreza em Portugal, Eugénio da Fonseca sublinha que existe “um certo alivio relativamente à pressão sobre as famílias”, mas acrescenta que “o otimismo que estamos a gerar pode-se tornar numa vã esperança”.


Em entrevista ao nosso correspondente Domingos Pinto, o Presidente da Cáritas Portuguesa alerta ainda para o aumento do endividamento das famílias.

Papa explica motivo de ir à missa aos domingos

14 de Dezembro de 2017

Retomando o caminho de reflexões sobre a Missa, Francisco questionou hoje: “Por que ir à missa aos domingos?”


“A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, disse o Papa, explicando:


É a missa que faz cristão o domingo


“Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.


Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam “o primeiro da semana” e os romanos “o dia do sol”.


Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.


E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo.


“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro. O encontro dominical com Jesus dá-nos a força de que necessitamos para viver com coragem e esperança os nossos dias”.


Concluindo, por que ir à missa aos domingos?


“Não é suficiente responder que isto é um preceito da Igreja. Nós cristãos precisamos participar da missa dominical porque somente com a graça de Jesus, com a sua presença viva em nós e entre nós, podemos colocar em prática o seu mandamento e sermos testemunhas críveis”.


Mais ainda, a comunhão eucarística com Jesus ressuscitado antecipa aquele domingo sem ocaso em que toda a humanidade entrará no repouso de Deus.

Galeria


Comentários

Mostrar comentários | Escrever um comentário