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CHINA: Igreja Samaritana
O Partido Comunista Chinês é ateu, mas permite a liberdade de religião. O maior país do mundo é morada de 100 milhões de crentes: budistas, taoístas, cristãos e muçulmanos. A Igreja Católica recebe ajuda estrangeira, seja em padres, religiosos e leigos, para a evangelização, seja em organismos de acção social. Isso é possível, porque as políticas de abertura do Governo chinês abriram o país à cooperação internacional. Esta cooperação é tanto mais importante quanto o Estado deixou de ter o papel de providência social, e grande parte da população ficou sem acesso aos serviços básicos de educação, saúde e segurança social. A Igreja, que já privilegiava a caridade e o serviço social como meio de evangelização num ambiente hostil aos ensinamentos do Evangelho, actualmente fortaleceu os Serviços Sociais Diocesanos, abrindo clínicas, creches, lares de idosos, centros para leprosos e doentes de sida, entre outras estruturas, nas quais se incluem também edifícios para o culto e para a formação de agentes pastorais.
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