
Maria, junto com o seu Filho, Príncipe da Paz, lembram-nos que no nosso mundo conturbado, com tantas tensões e guerras (como a que se vive, por exemplo, na Ucrânia e no Sudão) a paz é possível. Por isso, celebramos a 1 de janeiro o Dia Mundial da Paz, data que foi instituída pelo Papa São Paulo VI em 1967 para marcar o início do novo ano com um apelo universal à paz, unindo todos os povos na dignidade humana e no fim dos conflitos.
Na mensagem para 2026, o Papa Leão XIV insiste que precisamos de caminhar rumo a uma paz «desarmada e desarmante». Ou seja, uma paz que não tenho como base o medo, as ameaças ou nas armas, mas uma paz que é capaz de dissolver conflitos, abrir corações e fazer germinar a confiança, o diálogo, a empatia e a esperança.
Para vivermos em paz, temos de pedi-la a Deus e cuidar dela todos os dias. Para isso, sugiro-te algumas práticas que nos ajudam a ser artesãos da paz: conversar com um colega da escola com quem não costumas falar para o conhecer melhor; partilhar com os teus pais ou educadores aquilo que te preocupa e te deixa zangado; escrever um texto sobre a paz e publicá-lo no jornal da escola (ou enviar para a Audácia); organizar na escola ou catequese uma peça de teatro sobre a paz; ler um livro sobre um pacifista (por exemplo, São Maximiliano Kolbe ou Mahatma Ghandi).
Bom ano e que em cada dia possamos construir a paz!
