A Abrir
01 janeiro 2026

Artesãos da paz

Tempo de leitura: 1 min
A bonita capa deste mês remete-nos para duas efemérides que celebramos no primeiro dia do ano: a solenidade de Santa Maria, Mãe de Jesus, Filho de Deus e nossa mãe, e o Dia Mundial da Paz.
Bernardino Frutuoso
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Maria, junto com o seu Filho, Príncipe da Paz, lembram-nos que no nosso mundo conturbado, com tantas tensões e guerras (como a que se vive, por exemplo, na Ucrânia e no Sudão) a paz é possível. Por isso, celebramos a 1 de janeiro o Dia Mundial da Paz, data que foi instituída pelo Papa São Paulo VI em 1967 para marcar o início do novo ano com um apelo universal à paz, unindo todos os povos na dignidade humana e no fim dos conflitos.

Na mensagem para 2026, o Papa Leão XIV insiste que precisamos de caminhar rumo a uma paz «desarmada e desarmante». Ou seja, uma paz que não tenho como base o medo, as ameaças ou nas armas, mas uma paz que é capaz de dissolver conflitos, abrir corações e fazer germinar a confiança, o diálogo, a empatia e a esperança.

Para vivermos em paz, temos de pedi-la a Deus e cuidar dela todos os dias. Para isso, sugiro-te algumas práticas que nos ajudam a ser artesãos da paz: conversar com um colega da escola com quem não costumas falar para o conhecer melhor; partilhar com os teus pais ou educadores aquilo que te preocupa e te deixa zangado; escrever um texto sobre a paz e publicá-lo no jornal da escola (ou enviar para a Audácia); organizar na escola ou catequese uma peça de teatro sobre a paz; ler um livro sobre um pacifista (por exemplo, São Maximiliano Kolbe ou Mahatma Ghandi).

Bom ano e que em cada dia possamos construir a paz!

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EDIÇÃO
Fevereiro 2026 - nº 647
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