Sala de convívio
15 maio 2020

Como é ser mãe pelo mundo?

Tempo de leitura: 2 min
O nascimento dos filhos marca profundamente a vida de mães e pais em qualquer lugar do mundo. Mas o acontecimento é vivido de modo diverso entre povos e países. Vejamos exemplos.
Tiago Ferreira
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No Tibete, crê-se que a mulher grávida tem acesso a dimensões espirituais superiores e que os seus sonhos são mensagens de lá. O parto em casa é o mais comum. Mulheres experientes ajudam a parturiente. A mãe dá à luz em pé. Veste saia comprida e o bebé cai nela como numa rede. Depois, envolvem-no em roupa usada dos pais.

No Butão – o país mais feliz do mundo – a maioria dos bebés vêm ao mundo pelas mãos das avós. Para a grávida é confortante ter a mãe ao lado durante o parto. Ela dá à luz de joelhos.

Na Alemanha e na Holanda, as grávidas são incentivadas a participar em grupos de gestantes; têm direito a acompanhamento pré-natal por médico e parteira; podem escolher entre dar à luz no hospital ou em casa, e eleger uma das modalidades: parto normal natural ou com anestesia, ou cesariana.

Entre os aborígenes da Indonésia, crê-se que a placenta tem um espírito próprio que atua como anjo da guarda da criança. Os pais enterram-na com um ritual num cemitério especial.

Na Jamaica, as mães comem a placenta. Dizem que ingerem hormonas e nutrientes que vão continuar a beneficiar o bebé.

Na Mauritânia, acredita-se que a saliva prende o que as palavras dizem. Para abençoar, a mãe cospe no rosto do recém-nascido e o pai cospe-lhe no ouvido.

 

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Sabes
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EDIÇÃO
Julho 2020 - nº 587
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