Sala de convívio
17 janeiro 2021

O minimalismo digital

Tempo de leitura: 1 min
Na minha opinião, devia impor-se um minimalismo digital pois devemos ter uma vida equilibrada e saudável.
Beatriz Guégués
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A Internet é um instrumento de trabalho e de lazer que se tornou imprescindível nos dias de hoje e a sua aceitação tem vindo a aumentar. Só que o tempo que é passado no ecrã também tem consequências negativas, e cabe a cada um de nós - sobretudo aos nossos pais... - regular o seu uso.

Todos sabemos, e mais agora, como a Internet é fundamental hoje em dia, incluindo na escola. Nos últimos tempos, tem vindo a aumentar a sua utilização em busca de informação, factos, etc., no âmbito do ensino. Na minha escola, já várias turmas que tiveram de cumprir quarentena assistiram a aulas pelo Zoom. Em alguns casos, foram professores em quarentena que, de suas casas, continuaram a ensinar usando a Internet.

Quanto ao lazer, não serve apenas para jogos, mas também como fonte inesgotável de cultura e curiosidades. Contudo, a parte relacionada com os jogos parece ter sido expressamente criada para viciar e gerar um uso excessivo, aumentando, desta forma, a fama e lucro de empresas de entretenimento. Assim, na minha opinião, devia impor-se um minimalismo digital. Ainda que seja indispensável, tal não significa que tenhamos de excluir outras atividades, físicas, reais - dar um passeio, praticar exercício, visitar uma pessoa da família, desenvolver algum trabalho social, na Igreja ou numa IPSS da nossa freguesia... -, pois devemos ter uma vida equilibrada e saudável.

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EDIÇÃO
Março 2021 - nº 594
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