
Um marajá fez-se ao mar e, pouco tempo depois, levantou-se uma grande tempestade. Um dos escravos a bordo começou a chorar e a gemer de medo, pois era a primeira vez que se encontrava num barco. O seu choro era tão insistente e prolongado, que toda a tripulação começou a irritar-se, e o marajá esteve a pontos de o atirar borda fora.
Contudo, o seu primeiro conselheiro, que era sábio, disse:
