Mais de 1,44 milhões de pessoas que pediram abrigo em mais de 60 países precisarão de reassentamento em 2020, anunciou a Agência da ONU para os Refugiados (Acnur).
De acordo com a pesquisa, as pessoas com maiores necessidades de reinstalação incluem refugiados sírios, cerca de 40%. A seguir estão cidadãos que deixaram o Sudão do Sul, 14%, e da República Democrática do Congo, 11%.
O alto comissário para os Refugiados, Filippo Grandi, disse que é preciso “urgentemente que os países avancem e reassentem mais refugiados.”
Grandi lembrou que “a esmagadora maioria, 84%, dos refugiados do mundo estão hospedados em regiões em desenvolvimento que enfrentam os seus próprios desafios económicos e de desenvolvimento e cujas populações podem viver abaixo da linha de pobreza.”
Para o representante da ONU, “tem que haver uma divisão mais equitativa das responsabilidades pelas crises globais.”
Filippo Grandi afirmou que “a história mostrou que, com um forte senso de propósito, os Estados podem unir-se para responder coletivamente às crises de refugiados e ajudar milhões a alcançar a segurança, encontrar casas e construir futuros em novas comunidades.”









