Aventura da Fé
11 novembro 2023

Combater o mal, construindo o bem

Tempo de leitura: 1 min
A única cruz que Jesus aceitou e nos convida a carregar é a do amor, que retira cruzes aos outros.
Jorge Ferreira
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Santiago: Hoje, venho da escola com vontade de matar um colega da turma!

José: Porquê, filho?

Leonor: Andaram a espalhar boatos sobre o mano.

Maria: Os boatos, tal como o ódio, são modos de nos matarmos uns aos outros: matamos o bom-nome, matamos a convivência, etc.

José: Mas nós cremos na ressurreição, como lemos nos evangelhos, por exemplo, em Marcos 16, 1-11. E nos Atos dos Apóstolos (3, 15) diz: «Destes a morte ao Príncipe da Vida, mas Deus ressuscitou-o dos mortos, e disso nós somos testemunhas.»

Maria: Ou seja, Deus não quer a morte, mas a vida.

Leonor: Por isso, os discípulos de Jesus ficaram muito felizes, porque Jesus estava vivo. E eles também acreditaram na ressurreição e na vida eterna.

José: E quando aparece ressuscitado aos discípulos, Jesus usa o termo «shalom». É como dizer «tudo de bom».

Maria: Porque a ressurreição dá-nos paz, esperança e força para caminhar e construir um mundo melhor, para que todos tenham vida em abundância.

Leonor: A minha professora de EMRC disse que «a única cruz que Jesus aceitou e nos convida a carregar é a do amor, que retira cruzes aos outros».

Santiago: Percebo: ressuscitar é combater o mal, construindo o bem.

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EDIÇÃO
Fevereiro 2024 - nº 625
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