Ciência e tecnologia
27 junho 2022

Alimentar os sonhos

Tempo de leitura: 3 min
Se há coisa que Larissa Paiva sabe, aos 16 anos, é que dos sonhos nunca se desiste. Pelo contrário, é preciso alimentá-los. Dá trabalho, mas a persistência compensa.
Maria Filomena Silva
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Larissa, que nasceu e vive em Pires Ferreira, uma pequena cidade do interior do Estado do Ceará, Brasil, lembra-se de, já em criança, contemplar o céu noturno com uma sensação de espanto. «Teriam nome todos aqueles pontinhos de luz», perguntava a si mesma. Uma noite, perguntou à avó. «Cheguei para ela e questionei se as estrelas tinham nomes. “Não sei todas, minha filha, mas o nome daquelas três ali são Maria. São as Três Marias”, disse ela apontando para o Cinturão de Oríon. A minha curiosidade só se multiplicou», contou Larissa à publicação Olhar Digital.

A resposta da avó teve o condão de lhe aguçar ainda mais a curiosidade. Se as estrelas tinham nomes, então ela queria saber tudo sobre isso. Na escola falou com os colegas e fez perguntas aos professores, mas não conseguiu avançar muito mais. «Ninguém sabia nada sobre as estrelas e planetas. Fiquei frustrada, mas nunca perdi o hábito de contemplar a Lua, as estrelas e a Natureza», recorda.

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Ciência
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EDIÇÃO
Julho 2022 - nº 609
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