
No final, divulgaram uma declaração conjunta, apelando a uma «assistência robusta» de Washington ao continente africano, sem lógicas de «paternalismo». O documento alerta para o impacto da «redução significativa dos programas de assistência internacional dos EUA» e propõe uma nova visão de cooperação. Sublinha, ainda, que a ajuda humanitária e ao desenvolvimento deve respeitar «profundamente as necessidades e os valores das comunidades locais», denunciando tentativas de imposição cultural.
