
Em 1710, obtém o privilégio real de exclusividade na sua fabricação durante cinco anos. São as mulheres que o adotam primeiro, mas a sua difusão acelera-se e o objeto torna-se um acessório de moda durante a Revolução Francesa. Durante muito tempo, usar guarda-chuva era sinal de distinção social e requeria certa dose de ostentação pública.
O sistema de abertura automática só se vulgariza no século xx, com as primeiras versões de mola e depois de botão.
Tal como em francês, também em português se distingue entre guarda-chuva e sombrinha, embora esta última, de uso mais decorativo e solar, tenha hoje presença quase exclusivamente feminina e cerimonial.
