
O aparelho usa ar quente em circulação muito rápida, um sistema chamado «tecnologia de convecção», que cozinha os alimentos por fora e por dentro quase sem gordura. A promessa de fritar sem óleo atraiu atenções, mas os primeiros modelos eram caros e volumosos.
Em Portugal, começou por surgir timidamente em lojas de eletrodomésticos por volta de 2013. Durante o confinamento de 2020, tornou-se um fenómeno: simples, rápida, com pouca loiça para lavar. Há quem jure que não consegue viver sem ela e até quem asse castanhas ou faça pão na airfryer. Em 2023, venderam-se mais de 45 milhões de unidades em todo o mundo, e estima-se que o mercado duplique até ao final da década.
O crescimento é contínuo, com receitas tradicionais a serem adaptadas todos os dias. Já há quem diga que é o novo micro-ondas.
