
Em 2024, a Organização Mundial da Saúde registou cerca de 282 milhões de casos de malária em todo o mundo, ou seja, mais nove milhões do que no ano anterior, e 600 mil mortes, 95% das quais em África. As autoridades sanitárias de Essuatíni apostam numa estratégia regional, trabalhando em conjunto com os seus vizinhos Moçambique e África do Sul, para poder erradicar a doença. No entanto, há outros factores que podem impedir o país de atingir a meta, nomeadamente os movimentos populacionais, as alterações climáticas, os mosquitos ultra-resistentes e os cortes nos fundos.
