
Logo após os terremotos, o arcebispo de Caracas, D. Raúl Biord Castillo, referiu que a Igreja activou uma rede de solidariedade, acolhendo as pessoas desalojadas nas estruturas paroquiais. E pediu oração e solidariedade. Diferentes instituições eclesiais — nomeadamente a Cáritas Internacional — estão a mobilizar-se para responder à emergência no país latino-americano. O evento sísmico — classificado como o pior registado na Venezuela em 126 anos — atingiu um país que tem passado por uma profunda crise social e económica há mais de uma década, com a deterioração progressiva das condições de vida da população, agravada pela hiperinflação, escassez de alimentos e medicamentos e pelo colapso de inúmeros serviços essenciais.
