Cultura
24 junho 2026

«A dança é a minha voz»

Tempo de leitura: 9 min
Cabo Verde é um país onde a música é fundamental. A bailarina cabo-verdiana Rosy Timas optou pela dança contemporânea, na qual desenvolveu uma carreira de renome nos últimos vinte e cinco anos.
Fernando Félix
Jornalista
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A bailarina e coreógrafa cabo-verdiana Rosy Timas nasceu em 1976, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde. Aos 50 anos, quando lhe perguntámos quem é, responde: «Sou tantas coisas, que me faltam palavras para me descrever. Sou uma mulher cabo-verdiana que vive da arte há vinte e cinco anos. Sou mãe de dois filhos. Trabalho na Raiz di Polon, uma companhia de dança que conheci em 1999. Desde então, não faço outra coisa senão dançar, a minha vida é dançar. Posso dizer também que sou uma amante da beleza da vida e das pessoas; isto motiva-me e inspira-me a cuidar de mim e dos outros e ajuda-me a compreender-me a mim própria e a compreender o outro. Penso que sou a minha própria arte. A minha forma de estar e de viver gira em torno disso.»

Declara-se amante da beleza e das pessoas. Ela não é indiferente ao que está mal, mas diz saber separar as coisas, e escolhe alimentar o bem.

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EDIÇÃO
Junho 2026 - nº 769
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