Cultura
28 janeiro 2020

Superpoderes da dança

Tempo de leitura: 8 min
Estelle Foli, do Togo, e Nshoma Nkwabi, da Tanzânia, são bailarinas. As duas encontram na dança um meio de expressar as alegrias mais intensas ou as tristezas mais profundas, relacionadas com o facto de serem mulheres.
Fernando Félix
Jornalista
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Estelle Foli nasceu no Togo e ali vive e trabalha. Hoje, com 30 anos e uma vida dedicada apaixonadamente à dança, enfatiza o facto de ter crescido rodeada de homens: o pai, os dois irmãos, «até a minha mãe era bastante masculina», graceja.

Se, por um lado, ela gostava desse ambiente, porque se sentia diferente das amigas, por outro, sentiu a oposição dos pais, que não queriam para ela, tal como para os irmãos, a vida instável dos artistas, a que «falta sempre dinheiro». Não obstante, o mais velho fugia da escola para aprender teatro, tornando-se um comediante popular no Togo, e abriu o caminho das artes cénicas ao outro irmão e a Estelle.

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EDIÇÃO
Fevereiro 2020 - nº 699
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