
A rejeição advém, normalmente, da não aceitação, que, por seu turno, se alicerça na incompreensão, emissária da ignorância ou falta de consciência. No entanto, a lógica divina troca as voltas às teses que costumamos produzir para justificar as palavras e ações que levamos a cabo, e o resultado é fantástico: o quase nada passa a ser quase tudo, e vice-versa.
– Em regra, olhamos para a vida pública de Jesus como tendo ocorrido em dois períodos bastante distintos: o primeiro, na Galileia, em que era aclamado e seguido por multidões cheias de entusiasmo, como se fosse uma superstar, e outro, em Jerusalém, onde padeceu e morreu. A verdade é que, mesmo na fase aparentemente mais positiva, Jesus sofreu por não O entenderem nem aceitarem – explica a Matilde.