Aventura da Fé
19 setembro 2026

Jesus leva-nos ao Pai

Tempo de leitura: 1 min
O Papa Francisco, na carta encíclica Amou-nos, lembra-nos que a devoção ao Coração de Cristo não é o culto a um órgão, mas à pessoa de Jesus. «O que contemplamos e adoramos é Jesus Cristo inteiro, o Filho de Deus feito homem, representado numa imagem sua onde está destacado o seu coração» (n.º 48).
Redação
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Jesus, nesta imensa caridade, indica-nos como nos mantermos em união íntima com o seu e nosso Pai. Ele vivia fascinado pelo seu Pai. «Todos os desejos e aspirações do seu coração humano eram orientados para o Pai», escreveu o Papa Francisco (Amou-nos, n.º 72).

 

Jesus reconheceu-se sempre amado pelo Pai. E o seu desejo era partilhar connosco essa experiência, como disse numa das suas orações: «Pai, quero que onde Eu estiver estejam também comigo aqueles que Tu me confiaste, para que contemplem a minha glória, a glória que me deste, por me teres amado antes da criação do mundo» (Evangelho de São João 17, 24). Podemos, até, imaginar como Jesus, no seu coração humano, se alegrava ao ouvir o Pai dizer-lhe «Tu és o meu Filho muito amado» (Evangelho de São Marcos 1, 11).

 

O Coração de Jesus é a porta para a comunhão com Deus Pai. Ele, tendo-nos amado a todos, amou-nos até ao extremo de dar a vida por nós (cf. Evangelho de São João 13, 1).

 

O Coração de Jesus, trespassado na cruz e glorificado na ressurreição, é a fonte de todo o amor. A morte e ressurreição de Jesus reconciliaram toda a Humanidade com Deus e as pessoas umas com as outras. É através do Coração de Jesus que os dons do perdão, da misericórdia e da vida nova são derramados sobre nós, guiando-nos com segurança até ao Coração do Pai.

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Setembro 2026 - nº 654
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