
A organização de direitos humanos assinala que mais de 1800 civis foram mortos em actos que constituem «crimes contra a humanidade». A transição política, prometida após um primeiro golpe, em 2022, deveria ter sido concluída em 2024, com eleições. Agora, Ibrahim Traoré afirma que o povo deve «esquecer a democracia». A junta militar adoptou uma Constituição que lhe permite manter-se no poder até 2029 e que admite a candidatura do presidente interino.
