
Enormes centros de burlas online empregam cerca de 300 mil trabalhadores em Mianmar, Camboja e Laos. «Pessoas presas em complexos fraudulentos são vítimas de tráfico, forçadas a cometer crimes por meio de violência, ameaças e coerção», avança Amy Pope, directora-geral da agência das Nações Unidas.
