Havana, outrora repleta de turistas, é agora o espelho do embargo petrolífero dos Estados Unidos a Cuba. O trânsito é inexistente em várias zonas, à noite quase não se vê luz.
O lixo acumula-se, os medicamentos rareiam. O presidente Miguel Díaz-Canel assegura que não vai renunciar ao cargo, perante a ameaça do presidente norte-americano Donald Trump de concentrar-se em Cuba depois de resolver o conflito com o Irão.