
«Um país que normaliza a morte perde a sua vida», assinalam os prelados. O episcopado apela à sociedade civil para que continue a trabalhar pela paz e pela reconciliação e enfatizando a necessidade de construir «uma história» cujos frutos beneficiem as gerações futuras. A paz «não se constrói com armas nem com palavras vazias», mas sim por meio de acções concretas, o que exige a adopção da ética como caminho a seguir e uma responsabilidade partilhada entre as autoridades e a sociedade civil.
